Além de utilizar este material leve nos seus supercarros, a marca italiana quer criar próteses e dispositivos subcutâneos.

A Lamborghini uma tradição de utilizar fibra de carbono nos seus modelos de produção há 30 anos, num processo que começou com o Countach Quattrovalvole. O construtor italiano abriu no ano passado um centro de pesquisa para materiais compósitos em Seattle, nos EUA, que ficou encarregue, por exemplo, de desenvolver a fibra de carbono forjado, que estreou no Sesto Elemento e que foi aplicada no Huracán Performante, o que lhe permitiu reduzir o peso em 41 kg face ao modelo normal.

Contudo, o fabricante de supercarros de Sant’Agata Bolognese pretende rentabilizar o investimento neste material leve, e o referido centro ficou encarregue de alargar a sua atividade a outras áreas, nomeadamente à medicina. Uma das áreas em investigação passa por próteses e dispositivos subcutâneos em fibra de carbono mais leves que os de metal que são hoje utilizados.

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