Abram alas para o novo Micra, cheio de tecnologia, muito mais “europeu” que o anterior e equipado com um Diesel que lhe fica muitíssimo bem. E com um belo preço promocional.

O aparentemente histórico erro de entregar a produção da anterior geração (K13) do Micra ao oriente, para ser produzido na Índia, China e Indonésia, entre outros, tem sido atribuído como responsabilidade para uma qualidade abaixo do par. A quinta geração (K14), construída em Flins, França, ao abrigo dos padrões mais rigorosos da aliança entre Renault e Nissan, terá sido responsável por um evidente salto (para melhor) na qualidade de construção e na escolha de materiais. O novo Micra não tem apenas materiais macios ao toque, mas apresenta um cuidado de montagem ao nível dos melhores da classe e até consegue disfarçar a presença de plásticos mais duros, como na faixa azul que vê na imagem acima, com um revestimento mais sofisticado.

Mas o melhor está no reconhecimento de que este é, sem dúvida, um dos mais bem equipados modelos da sua classe, com destaque para a quantidade de equipamento de prevenção de acidentes ou de ajuda em caso de haver mesmo acidente. Além disso, o novo Micra está compenetradíssimo no pisar, sólido nas reações e muito fácil de guiar em cidade, ou mesmo em estrada aberta, a ritmos elevados. O isolamento do motor 1.5 dCi de 90 cv, que não é propriamente conhecido por fazer poucas vibrações e ruído, é deveras impressionante. Os números aferidos são normais, para o um Diesel de 90 cv, os consumos são muito bons e até o preço, que normalmente desaconselha a escolha de uma versão a gasóleo em carros deste segmento, merece que o sublinhemos pela forma como a Nissan, em campanha promocional, vende um Micra tão bem equipado por menos de 20 mil euros.

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